Sábado, Maio 23, 2009
Segunda-feira, Junho 29, 2009
Sexta-feira, Maio 15, 2009
Sexta-feira, Maio 01, 2009
Ao teu lado
Tudo para, tudo para até em mim
Para o tempo, para os astros,
Ouvindo os murmúrios das pedras
Quando o vento dança
Contemplo os teus cabelos agitados no ar.
Ao teu lado
Não me sinto nada, nem o fogo do sol,
Nem a chuva, nem o calafrio,
Nem o calor.
Na minha cachoeira d´amor.
Ao teu lado
Não sei se tenho o nome,
Nem sei donde venho ou donde vou,
Nem sei se sou preto, amarelo, branco ou vermelho,
Não me importo se estou vivo ou morto
Sou, sei que estou ao teu lado.
Mesmo que o mar enxuga todas as suas lágrimas
O sol deixar de aquecer,
A lua ceder de brilhar
As estrelas a perder nas nuvens...
Eternamente perpetuarei ao teu lado.
Vendo a brandura do teu sorriso,
Ao teu lado.
Para o tempo, para os astros,
Ouvindo os murmúrios das pedras
Quando o vento dança
Contemplo os teus cabelos agitados no ar.
Ao teu lado
Não me sinto nada, nem o fogo do sol,
Nem a chuva, nem o calafrio,
Nem o calor.
Na minha cachoeira d´amor.
Ao teu lado
Não sei se tenho o nome,
Nem sei donde venho ou donde vou,
Nem sei se sou preto, amarelo, branco ou vermelho,
Não me importo se estou vivo ou morto
Sou, sei que estou ao teu lado.
Mesmo que o mar enxuga todas as suas lágrimas
O sol deixar de aquecer,
A lua ceder de brilhar
As estrelas a perder nas nuvens...
Eternamente perpetuarei ao teu lado.
Vendo a brandura do teu sorriso,
Ao teu lado.
Autoria
Ismael H. Djata
Ismael H. Djata
Quinta-feira, Abril 30, 2009
Isa
Nada sou, nada tenho
O meu amor é assim...
De tanto a caminhar
Os meus pés a doer.
Quantos dias
Quantas noites que já passaram
Andei a mendigar p´las ruas infinitas
Batendo porta a porta em busca dum pão do amor.
Nada sou, nada tenho se não ser um mendigo
O meu coração já não se bate
Os meus olhos já não se choram
Os meus dedos se tornaram atrozes
De tanto a andar mendigar o amor...
Não sou nada, nada tenho...
So sei que tenho o coração dum mendigo
A minh´alma sai debaixo da chuva
cobri de trovoadas e clarões.
P´las estradas que ando.
A vida me fez passar p´la tua porta... a mendigar...
Autoria
Ismael Hipolito Djata
O meu amor é assim...
De tanto a caminhar
Os meus pés a doer.
Quantos dias
Quantas noites que já passaram
Andei a mendigar p´las ruas infinitas
Batendo porta a porta em busca dum pão do amor.
Nada sou, nada tenho se não ser um mendigo
O meu coração já não se bate
Os meus olhos já não se choram
Os meus dedos se tornaram atrozes
De tanto a andar mendigar o amor...
Não sou nada, nada tenho...
So sei que tenho o coração dum mendigo
A minh´alma sai debaixo da chuva
cobri de trovoadas e clarões.
P´las estradas que ando.
A vida me fez passar p´la tua porta... a mendigar...
Autoria
Ismael Hipolito Djata
Sexta-feira, Dezembro 26, 2008
Terça-feira, Novembro 25, 2008
Quero ir brincar como qualquer um

óleo s/tela








