QUEM SERÁ

Quem será
A minha bonita doce menina
O meu adjacente poema
A minha pobre alma
Desencantada neste pó de angústia
Abraçado com os abraços de dores
Com os prantos acudir no semblante.
Eu vejo te abater no meu corpo sem compaixão
Mas, só eu sei quanto custou essa paixão 
Alguns dizem que eu sou assim,
Outros adversam que eu não sou assim,
Mas, só eu sei que sou assim
Enfim: eu não sou assim…
Dou te alegria
E me dás cinza.
Faz o meu corpo o teu campo
Porque não sabes distinguir o amor.
Aquelas que vão deixam a melancolia
Porque o meu corpo é um cemitério sem glória.
                                                                       Autoria
                                                               Ismael Hipólito Djata

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